Notas
Para adquirir bilhetes de mobilidade condicionada por favor contacte as bilheteiras do Centro Cultural de Belém, telefone 21 361 2627 (diariamente das 13H às 20H ou através do email bilheteiraccb@ccb.pt)
Descrição
23 maio 2019 | Pequeno Auditório | 19:00| M/6 anos
BE OR NOT BE
Diemut Poppen viola
Pavel Gomziakov violoncelo
Pallavi Mahidara piano
J. S. Bach Sonata n.º 3 BWV 1029 em Sol menor para viola, violoncelo e piano
L. V. Beethoven Sonata n.º 3 em Lá maior, op. 69, para violoncelo e piano
S. Prokofieff Seleção de peças do bailado Romeu e Julieta para viola e piano
J. Brahms Trio em Lá menor, op. 114, para viola, violoncelo e piano
Nos anos 80 do século XIX, Hans von Bülow consagrava a ideia de uma trindade sagrada na história da música. Bülow dizia «eu acredito em Bach, o pai, Beethoven, o filho e Brahms, o espírito santo da música». A verdade é que para muitos estes são os compositores incontornáveis da música ocidental, contudo a constatação não deixou de gerar polémica. Para Peter Cornelius, o terceiro B era Berlioz, já para Lopes-Graça esse terceiro B seria Béla Bartók. Neste concerto três músicos de craveira internacional decidiram brincar com o conceito e colocar a questão «B or not B?» E uma vez que a frase é de insiração shakespereana, o «não B», surge sob a inspiração de Shakespeare. Assim, partiremos de Bach, passamos por Beethoven, chegamos a Brahms e terminamos com um Romeu e Julieta revisitado por Prokofieff, representante dos comuns mortais compositores, excluídos dessa santíssima trindade da música, mas inspirado pelo espírito mais sagrado do teatro: William Shakespeare.
sinopse
BE OR NOT BE
Diemut Poppen viola
Pavel Gomziakov violoncelo
Pallavi Mahidara piano
J. S. Bach Sonata n.º 3 BWV 1029 em Sol menor para viola, violoncelo e piano
L. V. Beethoven Sonata n.º 3 em Lá maior, op. 69, para violoncelo e piano
S. Prokofieff Seleção de peças do bailado Romeu e Julieta para viola e piano
J. Brahms Trio em Lá menor, op. 114, para viola, violoncelo e piano
Nos anos 80 do século XIX, Hans von Bülow consagrava a ideia de uma trindade sagrada na história da música. Bülow dizia «eu acredito em Bach, o pai, Beethoven, o filho e Brahms, o espírito santo da música». A verdade é que para muitos estes são os compositores incontornáveis da música ocidental, contudo a constatação não deixou de gerar polémica. Para Peter Cornelius, o terceiro B era Berlioz, já para Lopes-Graça esse terceiro B seria Béla Bartók. Neste concerto três músicos de craveira internacional decidiram brincar com o conceito e colocar a questão «B or not B?» E uma vez que a frase é de insiração shakespereana, o «não B», surge sob a inspiração de Shakespeare. Assim, partiremos de Bach, passamos por Beethoven, chegamos a Brahms e terminamos com um Romeu e Julieta revisitado por Prokofieff, representante dos comuns mortais compositores, excluídos dessa santíssima trindade da música, mas inspirado pelo espírito mais sagrado do teatro: William Shakespeare.
sinopse
Promotor
Fundação Centro Cultural Belém